Daniel Calonge · gestor Diagnóstico

Daniel Calonge · Gestor de investimentos

Você assina Netflix, Spotify, YouTube. Por que investimento não?

Nelas você paga um preço fixo e usa o quanto quiser. Com o seu dinheiro, não! Quanto mais você junta, mais você paga.

Por que só agora

Toda carteira é criada e acompanhada por mim, uma a uma.

Como o mercado cobrou de você até aqui

↑ o que chega até você, depois do custo

As quatro eras da cobrança no mercado brasileiro Ilustração do formato ao longo do tempo, sem escala e sem valores: o que sobra para o investidor cai na era dos produtos complexos, se recupera com o modelo de taxa e volta a subir com a assinatura.
  1. A fase do banco
  2. A migração
  3. O avanço
  4. Agora

A fase do banco

A poupança e o CDB do gerente.

Rendia pouco, e todo mundo sabia disso. Mas era simples: você entendia o que tinha comprado, sacava quando quisesse e não existia taxa escondida no caminho.

Era pouco. Só que era honesto sobre ser pouco.

A migração

Te prometeram mais retorno que no banco e com pouco risco.

E você fez tudo o que pediram. Saiu do banco, abriu conta na corretora, aceitou deixar o dinheiro preso por três, cinco, sete anos. Comprou coisas como COE, operação estruturada, CRA, CRI, debêntures…

Você abriu mão de liquidez. Você correu risco que não te explicaram direito. Você fez a sua parte, poupou e investiu como te pediram.

A pergunta honesta é: o retorno realizado dos investimentos foi tão bom quanto prometido?

O avanço

O fee sobre o seu patrimônio.

Aqui melhorou de verdade: pela primeira vez quem te atendia era pago por você, e não pelo produto que te vendia. Eu ajudei a trazer esse modelo para o varejo em 2016.

Mas ele nasceu com um defeito herdado do modelo antigo: a conta sobe junto com o que você junta. Você poupa mais um ano, e ela sobe de novo — sem que ninguém trabalhe a mais por isso.

Agora

Assinatura.

Um preço só, que não se mexe quando o seu patrimônio cresce. O ganho de escala vai para quem merece: você.

É a quarta era, e ela começa agora.

O trabalho

O mercado vende que o trabalho cresce junto com o seu patrimônio.

Depois de dezesseis anos neste mercado, tendo sido gestor de cliente que começou com R$ 1 mil e de cliente multimilionário — inclusive um que teve R$ 770 milhões comigo — eu posso te dizer com clareza: cuidar dos R$ 770 milhões dele não dava 770 vezes mais trabalho que cuidar de um cliente de R$ 1 milhão.

Sabe por quê? Porque o trabalho de gestão está ligado ao número de clientes que você atende, muito mais do que ao patrimônio de cada um deles.

Mas essa é a visão do gestor. O que importa é a sua.

Seu objetivo é acumular para chegar aonde você quer chegar. Se, à medida que você acumula, você passa a pagar mais, é como correr uma maratona em que a cada quilômetro vencido te entregam mais um peso para carregar. O peso chega justamente porque você foi bem.

Você não para de correr. Você só corre cada vez mais devagar — e o que está sendo freado é a velocidade com que o seu dinheiro se multiplica.

Quem está dizendo isso

Alguém que passou dezesseis anos derrubando esse piso — e que sabe onde cada tentativa travou.

2010—2012Onde começa

Antes de qualquer revolução, muito trabalho.

Comecei a trabalhar com gestão em 2010, no que hoje se chamaria um family office, atendendo clientes de alto patrimônio.

Mas tinha uma coisa que me incomodava: todo o meu círculo de convivência não podia ser meu cliente. A gestora onde eu trabalhava dizia que eles eram “pequenos”.

2013Revolução I · Acesso

Carteira administrada para quem não tinha R$ 1 milhão.

O que eu achava que era revolucionário, todo mundo me falava que eu estava doido: fazer gestão discricionária de verdade para clientes “pequenos”… “a conta nunca vai fechar!”

E eles tinham razão. Quando cheguei a 70 clientes, vi que não tinha tempo para mais nada.

2016Revolução II · Escala

A Monetus: fee fixo de apenas 0,45%, com 100% de alinhamento de interesse.

Hoje isso é lugar comum, mas na época o que eu mais ouvia era que eu tinha ficado doido de vez: ninguém ia pagar fee em um mercado que estava dando os primeiros passos na “taxa zero”.*

O que não esperavam é que não só quiseram, como nos primeiros anos chegamos a crescer 44% ao mês em número de clientes — e que, depois de cinco anos nessa jornada, fomos comprados pela Toro, do grupo Santander, exatamente por causa do nosso modelo.

* Que de zero não tem nada — é a mais cara de todas. O cliente paga comissão embutida na venda dos produtos, sem saber quanto está pagando.

2024A saída

Saí da Toro sem saber o que fazer.

Depois de catorze anos no mercado, resolvi sair. No empreendedorismo, chegar ao fim de uma venda dessas é o que todo mundo comemora. Para mim foi um período difícil.

Do meu lado, eu tinha equilibrado mal os pratos de executivo e de gestor. Mas o que ficou foi outra coisa. Depois de catorze anos ali dentro, eu tinha visto que as maiores empresas do setor trabalham com o interesse delas e o do cliente em lados opostos — porque os produtos que mais remuneram a casa são justamente os piores para quem compra.

E não para aí. Esse dinheiro faz a máquina girar mais rápido: mais receita vira mais verba de marketing e de vendas, que traz mais cliente, que compra mais do mesmo produto. O modelo que serve pior é o que tem mais fôlego para crescer.

Isso me trouxe apenas uma certeza: se for pra ser assim, eu não queria voltar para o mercado financeiro.

Dez 2024O que eu vi

Um balanço que me machucou.

Analisando o balanço de uma grande empresa de investimentos, vi que em cinco anos os clientes dela tinham ganhado 10,6% do CDI. Quando eu comecei, em 2010, quem investia mal investia na poupança — e tirava perto de 85% do CDI.* As pessoas estavam ganhando oito vezes menos do que ganhavam investindo mal.

* Comparação com o CDI considerando o efeito dos impostos, como se fosse um investimento tributado.

E eu ali, decidido a não voltar.

Era como ver alguém se afogando, saber nadar e negar ajuda.

Falei com a Michele, minha mulher: preciso fazer alguma coisa.

2026A volta

Chegou a hora!

Passamos o ano seguinte construindo o que faltava em 2013 e melhorando o que tínhamos na Monetus, tirando todas as amarras: agora podemos investir nos melhores produtos disponíveis no mercado inteiro.

Com isso pronto, ficou claro que era o momento de voltar para ajudar as pessoas que entendem que investir serve para ter uma vida melhor, e que correr risco só faz sentido dentro do seu perfil e com boa chance de retorno do outro lado.

Mas ainda tinha uma coisa que me incomodava. Se o nosso custo de servir está muito mais ligado ao número de clientes do que ao patrimônio de cada um, por que não passar esse ganho de escala para quem mais merece — o cliente?

E aí caiu a ficha: num mundo em que quase tudo tem opção de assinatura — TV, Netflix (soa até redundante), YouTube, academia e hoje até carro —, por que não nos investimentos?

A principal vantagem do modelo é que ele alinha o interesse entre cliente e gestor sem penalizar mais o cliente que faz o dever de casa, poupando e investindo.

Para você correr a sua maratona sem receber uma mochila mais pesada a cada quilômetro que corre bem.

2026Revolução III · A devolução

Gestão de investimentos por assinatura.

Aqui são R$ 99. No ano que vem, R$ 99.

R$99por mês

Preço fixo, qualquer que seja o tamanho da sua carteira — e uma gestão só, no mesmo padrão, para todo mundo.

O que define o meu cliente não é quanto ele tem. É o valor que ele dá ao que juntou.

Sem fidelidade e sem carência — cancela quando quiser, sem multa e sem conversa de retenção. E o dinheiro nunca deixa de ser seu: fica na sua conta, no seu nome, e você acompanha tudo. Eu decido a carteira; o patrimônio é seu, o tempo todo.

Um banco grande tem a mesma tecnologia que eu tenho. O que ele não tem é permissão para usá-la a favor de você: trocar percentual por R$ 99 por mês destruiria a própria receita. Eu posso porque estou começando de novo.

Você

Cuida de ganhar.

O dinheiro vem do seu trabalho, do seu negócio, da sua disciplina de guardar todo mês. É ali que o seu tempo rende mais. Continue ali.

Eu

Cuido de fazer render.

Gestão de investimentos é o que eu sei fazer, e faço há dezesseis anos. Você não precisa acompanhar mercado, escolher ativo nem acertar a hora de entrar.

O que entra na assinatura

Gestão da carteira

Uma carteira montada para o seu objetivo e o seu prazo, revisada e rebalanceada por mim — não por um formulário.

Acompanhamento

Canal direto no WhatsApp, todo dia. A minha operação responde; as decisões da sua carteira continuam sendo minhas.

Preço fixo

R$ 99 por mês com R$ 50 mil ou com R$ 5 milhões. Poupar mais nunca aumenta a sua conta.

O que ia pro assessor, vai pra você

Todo produto paga comissão a quem distribui. Aqui ela cai como cashback na sua conta — e você confere no extrato.

E ainda tem isso

O cartão que era de cliente grande.

Sala VIP de aeroporto sempre foi privilégio de quem tinha patrimônio para justificar. Todo cliente meu entra no Inter Win — o mesmo cartão de quem tem alguns milhões, com o mesmo acesso.

O Duo Gourmet vem junto, sem custo. Dois jantares no mês e a assinatura já se resolveu sem encostar no que você investiu.

  • Cartão Inter Win
  • Sala VIP
  • Duo Gourmet incluso
  • Cashback de investimentos
Cartão, sala VIP e Duo Gourmet são benefícios do Banco Inter, sujeitos às condições e à elegibilidade definidas pela instituição, que podem mudar sem que eu controle.

O que ainda me incomoda

Tem um piso que eu ainda não sei derrubar.

Se você está começando agora, com uns R$ 20 mil, este modelo ainda não serve para você. R$ 99 por mês pesa demais nesse tamanho, e eu não vou fingir que não pesa só para ganhar mais um assinante.

Passei treze anos derrubando piso. Tirei o de R$ 1 milhão em 2013. Baixei para quase nada em 2016, com a Monetus. Esse último eu ainda não sei tirar — e é a única parte desta história que me deixa insatisfeito.

Quando eu souber resolver, eu volto. Até lá, continue poupando: essa é a parte que mais importa, e ela é só sua.

Na imprensa

Começa com um diagnóstico

Me conta quanto você tem investido e onde.

São algumas perguntas rápidas sobre a carteira que você tem hoje. A partir delas eu monto a sua — e te digo, sem rodeio, quanto você está pagando e se faz sentido trocar. Se não fizer, eu falo.

Quero o diagnóstico